A geração atual, inspirada nas conversas dos seus pais e avós sobre este tipo de vinho, aliadas à localização da Quinta na meia encosta em altitude (entre os 350m e 600m),
e tipo de castas, decidiram fazer renascer este método ancestral de produção no Douro. Embora a inspiração sejam as memórias do passado, procura-se produzir um Clarete bem atual, onde se busca o equilíbrio entre a fruta e o vegetal, o volume e a acidez, a frescura e os taninos. Esta harmonia resultou num Clarete gastronómico.
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